O Incrível túmulo do dançarino Nureyev em Paris

Parece um kilim, mas a tapeçaria não é de tecido.

É feita de mosaicos muito pequenos de cores diferentes.

A textura… e as pregas são de um realismo incrível.
O túmulo foi desenhado pelo italiano Ezio Frigerio, grande amigo do dançarino, a partir do cenário do ballet Romeu e Julieta.
O túmulo é uma das atrações do cemitério comunal de Sainte-Geneviève-Bois, na área metropolitana de Paris.
É conhecido popularmente como o “Cemitério Russo”, porque uma parte está ocupada por mais de 5.000 sepulturas de imigrantes russos ou franceses de origem russa.

No cemitério russo de Sainte Geneviève des Bois, o dançarino russo e diretor do Balé da Opera Nacional de Paris, de 1983 até 1989, possui uma tumba que se vê de longe.

Ela é coberta por um tapete feito de mosaicos.

Um tapete tipo kilim – Nureyev os adorava – vermelho, azul e dourado.

As franjas do tapete são em bronze dourado, inspiradas na cortina que esconde o palco da Opera de Paris.

Rudolf Khametovich Nureyev ou Rudolf Xämät uğlı Nuriev (Irkutsk, 17 de março de 1938 — Paris, 6 de janeiro de 1993) foi um bailarino soviético.

Nasceu na Rússia Soviética, se transformando num dos mais celebrados bailarinos do século XX e o primeiro superstar homem do mundo da dança desde Vaslav Nijinsky.

Morreu aos 55 anos de idade.

Em 17 de Junho de 1961, quando estava em turnê com o Kirov em Paris, ele quebrou a barreira da segurança soviética e pediu asilo de oficiais no Aeroporto de Le Bourget.

Em 1989 ele dançou na União Soviética pela primeira vez desde que a abandonara.

Nureyev fez sua última aparição pública em outubro de 1992, como diretor na estréia parisiense de uma nova produção de La Bayadère.