A Fabulosa Loja de Chocolate

 CARACOL CHOCOLATES EM VERSÃO VERÃO

A Caracol Chocolates de Gramado fabricou uma linha especial para o clima do Rio de Janeiro

A Caracol Chocolates estará oferecendo no lançamento do “Bloom, The Luminous Gardens of Frederico Azevedo” uma linha de chocolates mais leves, frutados, com damasco, licor, ideais para climas quentes- pensando nos consumidores do Rio de Janeiro.

Considerado o mais puro chocolate artesanal de Gramado, a Caracol Chocolates inaugurou em 2018 “A Fabulosa Loja de Chocolates”, uma experiência única que conta cenários lúdicos que mais perecem ter saído dos contos de fadas.

Oferecer o mais puro chocolate artesanal é a missão da Caracol Chocolates, por isso, há 37 anos a empresa produz e cria receitas com o melhor cacau e a única fonte de gordura é da manteiga de cacau.

A novidade de 2019 da marca foi o lançamento da sua loja virtual, que conta com mais 150 produtos, distribuídos entre as linhas kids, saúde, presentes, especialidades e souvenirs.

Você pode adquirir os produtos da Caracol Chocolates em qualquer região do Brasil

Acesse a loja virtual:

https://loja.caracolchocolates.com.br/

Por que os chocolates de Gramado se tornaram famosos

Os chocolates de Gramado fazem sucesso por sua excelente qualidade e pela produção artesanal, que segue a tradição dos colonos.

Repleta de lojas temáticas, fábricas abertas para visitação e museus com verdadeiras aulas sobre a história do cacau, a cidade aproveitou esse nicho para movimentar ainda mais o turismo da região.

Nos Chocolates Caracol o turista pode passear pela fábrica e pelo Reino do Chocolate, conhecendo o processo de produção artesanal dos produtos, além de fazer os seus próprios chocolates.

Endereço: Av. das Hortênsias, 5.382

Horário de funcionamento: todos os dias, das 8h30 às 18h30;

CONHEÇA A HISTÓRIA DO CHOCOLATE

O chocolate é derivado do cacau, que é uma planta nativa de uma região que vai do México, passando pela América Central até a região tropical da América do Sul.

Os primeiros vestígios da descoberta do chocolate são de 1.500 a.C. e vêm da civilização Olmeca que habitava o México na época. Posteriormente, foi utilizado pelos Maias.

O nome primitivo se parece com que usamos hoje: cacauhatl (água de cacau) ou xocoatl (água amarga).

O cacau era cultivado e com suas sementes era feita uma bebida considerada sagrada, amarga, geralmente  temperada com baunilha e pimenta.

Nas cerimônias religiosas, o cacau torrado era servido com especiarias e mel.

Uma lenda asteca registra que o Deus da Vegetação, Quetzacoatl, veio para a Terra com uma árvore de cacau e ensinou os mortais a como cultivar o fruto e fazer a bebida com suas sementes.

Os outros deuses ficassem furiosos por ele dividir a bebida sagrada e o expulsaram do paraíso. Ele partiu, mas prometeu que um dia voltaria.

Hernán Cortés, um importante conquistador espanhol, chegou nas terras astecas em 1519, usando armadura e joias – bem no ano que a lenda de Quetzacoatl prometia seu retorno.

Com isso, os astecas acreditaram que aquele era seu deus.

Montezuma então ofereceu a Cortês, um copo de chocolate e uma plantação inteira de cacau.

A confusão ajudou que a conquista de Cortés sobre o Império Asteca fosse muito mais fácil.

O desbravador levou então para a Europa não só as sementes, mas também o equipamento necessário para produzir a bebida.

O comércio criado pelos conquistadores espanhóis e portugueses, acabou, cedo ou tarde, difundindo o cacau pela Europa.

No início somente mulheres, nobres e sacerdotes podiam consumir a novidade que era usada em cultos da Igreja Católica.

Com a popularização da planta, diversas novas receitas foram criadas, mas os suíços que tiveram a grande idéia de misturar o cacau ao leite criando finalmente o chocolate.

Por volta de 1600, iniciaram as primeiras tentativas de adicionar açúcar à receita.

Foi nessa época que a corte francesa teve contato com a bebida.

Em 1659, David Chaillo abriu a primeira chocolateria em Paris. Dois anos antes, na Inglaterra, um comércio do tipo surgiu na Inglaterra, para competir com as casas de café. A bebida ainda era considerada luxuosa e somente homens podiam frequentar esses lugares.

A Revolução Industrial, por volta dos anos 1700, foi o passo essencial para que o chocolate, pela primeira vez, deixasse de ser feito de acordo com as tradições maias.

Dois franceses tiveram um papel importante nessa história: Doret criou uma máquina hidráulica para transformar as sementes de cacau torrado numa pasta. Mais tarde, Dubuisson criou um moinho de chocolate movido a vapor.

Assim, passou a ser possível moer grandes quantidades de cacau e produzir chocolate de forma mais barata, tornando o alimento disponível para qualquer pessoa.

Em 1829, o holandês Van Houten inventou uma prensa de cacau: ela conseguia retirar a manteiga de cacau fora da semente, deixando somente o pó. Ele também passou a acrescentar sais alcalinos no chocolate em pó, que ajudavam a misturá-lo com a água e deixar a cor mais escura e o sabor mais suave.

As inovações tornaram o chocolate mais cremoso, suave e saboroso.

Somente em 1847 é que uma fábrica na Inglaterra, chamada Fry Company, produziu a primeira barra de chocolate do mundo.

O Brasil é o quinto maior produtor de cacau do mundo, incluindo cacau fino (que é menos ácido e menos amargo, usado em chocolates premium), mas muito pouco dessa produção fica no país. É necessário importar para abastecer o mercado interno.

Cada fruto do cacau tem cerca de 40 sementes ou amêndoas, que são secas e torradas para originar a cocoa.

Toda essa produção é bastante manual: desde a colheita até as sementes secas, os processos são poucos industrializados.

Só depois que os grãos secos são embalados e enviados para as fábricas de chocolate.